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terça-feira, 10 de janeiro de 2012

Por que a Coreia do Sul tem a melhor internet do mundo ?



Conheça os principais fatores que fazem os sul-coreanos contarem com o melhor serviço de internet no planeta.


Você está feliz com sua internet de 5 Mbps? Segundo alguns estudos, essa é a velocidade média da internet brasileira. Apesar de ser suficiente para grande parte das atividades que realizamos em frente ao computador, há  países que possuem conexões muito mais rápidas do que essa.
E qual seria o país com a melhor internet do mundo? A Coreia do Sul. O país ficou em primeiro lugar nos rankings dos últimos três anos, atingindo marcas médias de 2 MB/s em downloads em 2010, o que representa conexões próximas aos 18 Mbps. O pódio era também composto pela Romênia e Bulgária. E para o futuro, a promessa é de muito mais.
Isso representa também uma evolução em relação aos anos anteriores.  Em 2009, a Coreia do Sul possuía a média de 14,6 Mbps em suas conexões, o dobro do segundo país mais bem colocado na ocasião (Japão). O mais surpreendente é que os Estados Unidos ocupavam apenas a 18ª colocação, com 3,9 Mbps. No mesmo ano, a média mundial era de 1,7 Mbps.

Os motivos da superioridade

É preciso saber que a Coreia do Sul é um dos países com maior taxa de acesso à internet. Noventa e cinco por cento das casas possuem conexões de banda larga, o que colabora bastante para transformar o país em uma potência nesse ponto. Mas é claro que para chegar à posição de liderança, foi necessária uma série de fatores.
Você consegue imaginar quais são os principais motivos que levaram a Coreia do Sul ao primeiro lugar em várias pesquisas relacionadas à velocidade de internet?

Urbanização: facilitando o acesso

O Brasil é um país com grandes cidades, mas ainda existe uma enorme porcentagem do território brasileiro que está longe da urbanização. Centros rurais e áreas sem povoamento tornam a instalação de redes de banda larga muito mais caras do que o normal, o que força as operadoras a instalar transmissores por satélite ou rádio, que não oferecem a mesma qualidade da banda larga comum.
Quanto à Coreia do Sul, a conversa é um pouco diferente. A partir da década de 1970, ocorreu a expansão econômica do país, que levou milhares de famílias a abandonar o campo e resultou no crescimento das grandes cidades. No final do ano 2000, a taxa de urbanização do país já beirava os 80%.
 
(Fonte da imagem: Reprodução/Wikimedia Commons)

Isso facilita – e muito – a distribuição do sinal de banda larga. Como a demanda é muito maior (pois existem consumidores para a tecnologia), os custos de instalação acabam sendo cobertos pela adesão da população. Isso também estimula as empresas a continuar investindo, pois é sabido que existe um retorno por parte dos clientes.

Redes móveis

Outra facilidade proposta pela tecnologia sul-coreana é referente à internet móvel. Por lá, as redes 4G LTE já são uma realidade, mas nem todos os coreanos precisam dela para navegar em seus tablets e smartphones. Há um grande número de hotspots Wi-Fi espalhados pelas cidades, fazendo com que o 4G fique menos congestionado.
Segundo dados do Ji-Wire Global Wi-Fi Finder, há mais de 83 mil retransmissores espalhados pelo país. Utilizar a internet pelos hotspots garante mais velocidade e estabilidade para as conexões. As principais operadoras de telefonia do país são responsáveis pela disponibilização do sinal, que garante bons resultados para os clientes. 

Apoio do governo

Outro fator de suma importância para a expansão da internet de alta velocidade na Coreia do Sul está nos incentivos do governo. O investimento em tecnologia é um dos maiores no mundo. Em 2007, segundo o Banco Interamericano de Desenvolvimento, o país injetou 3,7% do PIB em ciência e tecnologia.
Você pode até achar que isso é pouco, mas ao compararmos com outros países é possível perceber que os valores são altos. A média da América Latina é de apenas 0,7% e os valores do Brasil chegavam a 1,1% na mesma data.
Não foi por acaso que a Coreia do Sul se transformou em um dos maiores polos tecnológicos do mundo. LG e Samsung são as principais empresas de eletrônicos do país, que ainda abriga diversas montadoras de carros (Hyundai, Daewoo e Kia, por exemplo) e desenvolvedoras de jogos (como a Webzen).
A internet banda larga é um reflexo disso tudo. Um país com grandes empresas de tecnologia, demanda por qualidade e investimentos governamentais conseguem elevar os padrões facilmente. Mas se você está achando que isso é o bastante para os coreanos, está muito enganado.

Eles querem mais

Em fevereiro de 2011, o governo sul-coreano anunciou que estava planejando investimentos para ampliar as capacidades da internet do país. O novo projeto seria responsável pela disponibilização de conexões de 1 Gbps para a população – e você não leu errado, nós realmente falamos 1 gigabit por segundo. Isso representaria velocidades dez vezes maiores do que as atuais da própria Coreia do Sul.

Quanto custa para os coreanos?

Para a sorte dos coreanos, lá as conexões mais rápidas não custam o mesmo que custariam por aqui. Em fevereiro do ano passado, o Huffington Post publicou uma notícia que informava as diferenças entre os preços da internet na Coreia do Sul e nos Estados Unidos. Enquanto os americanos pagavam 46 dólares (85 reais) para conexões medianas, os coreanos tinham gastos de 38 dólares (70 reais) mensais para 100 megabits.
Com os atuais incentivos fiscais do governo, estima-se que os custos mensais para acesso a internet de banda larga baixem ainda mais. Em projetos de testes para a conexão de 1 Gbps (citada no item anterior), os coreanos pagam apenas 27 dólares (50 reais). Valores muito baixos, se formos analisar a qualidade do serviço.
.....
Ficou com inveja dos sul-coreanos? Não é para menos. Afinal de contas, as possibilidades garantidas com as conexões de altíssimas velocidades são ilimitadas. Quem é que não gostaria de poder acessar a qualquer arquivo em tempo real? O jeito é torcer para que um dia todos os países contem com o mesmo suporte.




quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

5 coisas que a música pode fazer com o seu cérebro


 Aliviar dores e possibilitar maior desempenho de atletas são apenas alguns dos efeitos causados pela música no ser humano.

Como sabemos, o cérebro é responsável pela percepção que temos do mundo, desde as funções mais básicas do nosso corpo até os sentimentos complexos e quase inexplicáveis passam por esse órgão. Logo, o ato de ouvir música não poderia ser diferente.
Porém, o que talvez você não saiba é que a música causa efeitos muito curiosos em nossos cérebros, chegando a influenciar, inclusive, hábitos de consumo e a forma como percebemos o passar do tempo. Confira, a seguir, uma lista de sensações e benefícios que aquele seu disco  favorito pode proporcionar.

1. Com música, o tempo passa diferente

Já percebeu que todo teleatendimento possui vinheta ou música de espera? Pois aquele toque está ali com um propósito: fazer com que o cliente não perceba que está esperando há muito tempo pelo atendimento. Isso diminui as chances de que a pessoa desligue o telefone antes de resolver o seu problema.
O mesmo truque é usado em consultórios e outros estabelecimentos com sala de espera, além de ser uma das estratégias de lojas, shoppings e mercado para fazer com que as pessoas se sintam menos apressadas durante a compra.
O que acontece, nesses casos, é que a música serve para desviar a sua atenção. Como o cérebro humano possui uma capacidade limitada de recebimento de informações, é provável que acabemos por prestar mais atenção à música do que ao movimento dos ponteiros do relógio.
Mas o contrário também pode acontecer. Ouvir música ao realizar uma tarefa importante, por exemplo, pode fazer com que a pessoa tenha a impressão de que o tempo passou mais rápido, afinal, o trabalho acaba ocupando mais “processamento” do cérebro.
E pense bem antes de escutar "Friday" enquanto espera por alguém: as músicas que você não gosta podem fazer com que três minutos pareçam 30 dentro da sua cabeça.

2. Música mexe com nosso medo instintivo

 
Gritos de porcos no abate foram usados na sonoplastia do filme O Exorcista (Fonte da imagem: Divulgação/Warner Bros.)

Quem já assistiu ao filme “O Exorcista” e tremeu de medo durante a cena em que o demônio é expulso do corpo de Reagan já tem uma desculpa para dar aos amigos: aqueles gritos, na verdade, não eram da atriz Linda Blair, mas de porcos sendo preparados para o abate.
Alguns sons despertam o medo no ser humano e, é claro, a indústria cinematográfica sabe muito bem disso. É por isso, por exemplo, que as cenas de suspense ou terror estão sempre acompanhadas de trilhas sonoras que ajudam a intensificar a tensão ou medo que sentimos enquanto assistimos ao filme. Isso funciona porque existem certos sons que os seres humanos irão sempre associar ao perigo iminente ou medo, como o grito de outras pessoas ou espécies de animais. Os cientistas chamam esses sons de “ruídos discordantes”.
Sendo assim, se quiser passar menos medo quando revir o filme, deixe o volume da TV no mínimo.

3. Academia e música: combinação perfeita

Muita gente gosta de ouvir música enquanto corre ou malha o corpo na academia. Curiosamente, isso é muito mais do que uma mania ou mero passatempo, já que diversos benefícios podem ser alcançados dessa forma.
Para começar, a música ajuda o atleta a obter um desempenho melhor, segurando pesos por mais tempo, reduzindo o consumo de oxigênio e concluindo corridas em menos tempo. Parte disso vem da característica citada no primeiro item desta lista: a música distrai. Dessa forma, as pessoas não se preocupam tanto com as dores que sentem nas pernas ou com quantos quilômetros ainda precisam correr.
Mas os benefícios não acabam por aí. A música também ajuda a sincronizar o exercício com o tempo musical. Dessa forma, atletas não perdem tanto tempo e esforço aumentando ou diminuindo a performance de acordo com o próprio ritmo. Como se não bastasse, o MP3 player também pode servir como analgésico para treinos que exigem muito esforço: de acordo com uma pesquisa publicada na The Cochrane Library, quem ouve música depois de ser operado sente menos dores.

4. Mais uma cerveja! E aumenta o som, DJ!

Por esta todo mundo esperava: a música que toca na balada altera a percepção humana sobre as bebidas, fazendo com que clientes consumam mais do que o normal e até solicitem determinados drinks. Quer um exemplo? De acordo com o artigo “The Effect of Background Music on the Taste of Wine” (PDF em inglês), a música clássica faz com que os clientes peçam vinhos mais caros, já que se deixam levar pela ideia de sofisticação e riqueza que circunda as obras de Mozart e outros compositores.
Além disso, outros estudos indicam que a música ambiente também altera o sabor do vinho. Dependendo da canção que está tocando, a bebida pode parecer mais refrescante ou doce do que o normal. O professor Adrian Nort, responsável pelo estudo, também constatou, em uma pesquisa anterior, que se um mercado tocasse músicas com som de acordeão, os clientes acabavam comprando mais vinhos franceses do que alemães.
É claro que isso não se restringe ao mundo dos vinhos. Músicas agitadas e com batidas fortes fazem com que as pessoas consumam mais álcool em bares e boates. ambientes ruidosos colaboram para que as pessoas percam o bom senso e bebam mais do que o normal.
Mas quando o assunto são os restaurantes, as músicas calmas é que fazem os clientes pedir uma dose extra. Por deixarem os consumidores mais relaxados, é muito provável que eles continuem sentados e conversando, mesmo depois de terem terminado a refeição. Assim, aumentam as chances de que o consumidor peça mais uma garrafa de bebida para continuar o papo.

5. Música melhora a comunicação

Você sempre detestou as aulas de piano ou violão que sua mãe insistia para você fazer? Pois agora, agradeça: estudar música faz com que seja mais fácil reconhecer variações sutis de emoções em outras pessoas. Além disso, em um ambiente com muito barulho, o estudante de música consegue filtrar melhor os ruídos e se concentrar na conversa de que está participando.
Experimentos atestam que estudantes de música conseguem expressar melhor suas emoções e reconhecer o estado emocional de outras pessoas com mais sensibilidade, analisando, por exemplo, o tom de voz da pessoa que estiver falando.
E mais: essa habilidade se torna mais desenvolvida de acordo com o tempo dedicado aos estudos. Portanto, lembre-se: as aulas de música tidas na infância podem ajudar alguém a se tornar um profissional com uma ótima capacidade de comunicação.

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

Em um minuto de 2011, 710 pessoas compraram um computador e 2 milhões acessaram pornografia



 
(Fonte da imagem: Reprodução/Go-Globe)

 Infográfico revela tudo o que acontece no mundo da tecnologia a cada minuto. O que você faz nesse tempo?

Nós podemos pensar que não há muito o que ser feito em apenas um minuto, mas quando lembramos que existem sete bilhões de pessoas na Terra, a gama de possibilidades é bastante ampliada. Levando isso em consideração, a Go-Globe preparou um infográfico para mostrar tudo o que acontece no mundo da tecnologia a cada 60 segundos.

No material, é mostrado o número de alguns modelos de aparelhos eletrônicos vendidos e também várias informações sobre os serviços online mais famosos do mundo. Confira agora alguns dos principais dados disponibilizados pelo material criado. A cada 60 segundos...
  • 710 computadores são vendidos (555 com processadores Intel);
  • 232 computadores são infectados com malwares;
  • 1.820 TB de dados são criados;
  • 450 cópias do Windows 7 são vendidas;
  • 950 compras são realizadas no eBay;
  • 11 milhões de conversas acontecem em mensageiros instantâneos;
  • 2 milhões de internautas acessam pornografia online;
  • 11 Xbox 360 são vendidos;
  • 81 iPads ganham novos donos;
  • 925 iPhones 4S saem das lojas.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Quais celulares possuem as melhores baterias?



 Dos aparelhos mais simples até os smartphones mais avançados, é importante contar com boa autonomia quando o assunto é bateria. E aí, qual dura mais?


Muita discussão envolve a eleição dos melhores celulares e smartphones. Além do gosto pessoal de cada comprador, uma lista interminável de quesitos também é levada em conta, como design, peso, capacidade de processamento, ferramentas, entre outros. E um dos principais pontos-chave é a duração da bateria destes aparelhos.
Isso porque não adianta um smartphone acumular muitas funções se no final das contas ele vai acabar deixando o seu dono na mão, sem bateria no meio da rua. Além disso, esses inúmeros recursos consomem cada vez mais energia – principalmente os relativos à conectividade, como Wi-Fi e 3G. Os fabricantes sabem disso e não param de buscar maneiras de economizar o consumo dos aparelhos, como novos modos de funcionamento, por exemplo.
Graças a vocês, frequentadores dos nossos sites, que participam e nos mandam dicas, nós, elaboramos uma pequena lista, indicando algumas opções de aparelhos e levando em conta os seus recursos e a duração média da bateria.
As informações que nós trazemos a seguir foram obtidas nos sites de alguns fabricantes (Nokia, Motorola e Samsung) e operadoras, como a Claro e a Vivo, além de páginas especializadas, como o GSM Arena. Lembramos que estes costumam informar somente o tempo de duração da bateria em conversação e stand by.
Confira a seguir algumas dicas de modelos (que abrangem desde os mais simples aparelhos, até os mais robustos smartphones) que se destacam pela durabilidade e pouco consumo de energia.

Nokia N8

 
Nokia N8 (Fonte da imagem: GSM Arena)
O Nokia N8, apesar de contar com 3G e Wi-Fi, é um smartphone com hardware relativamente simples, além de trazer o discutível sistema Symbian. Entretanto, para quem deseja utilizar o aparelho para uma boa dose de conversação, ele apresenta uma excelente média, com até 12 horas de desempenho. Já em stand by, o modelo pode alcançar até 16 dias ligado e sem realizar nenhuma recarga.

ZTE N290

 
ZTE N290 (Fonte da imagem: Vivo)
Para um smartphone menos conhecido e com preço bastante competitivo, o ZTE N290 conta com um bom desempenho quando o assunto é a bateria do aparelho: 7 horas de conversação e até 14 dias em modo stand by.

Nokia C5

 
Nokia C5 (Fonte da imagem: GSM Arena)
Esse smartphone da Nokia surge como uma excelente opção para quem deseja ter um verdadeiro computador no bolso, mas não abre mão da bateria durável. O Nokia C5 conta com display touchscreen de 3,2 polegadas, câmera de 5 megapixels, 3G  e muitas ferramentas. Mesmo assim, o modelo consegue trazer bom rendimento de energia: cerca de 11 horas e meia de conversação e 11 dias em stand by.

Samsung E2530

 
Samsung E2530 (Fonte da imagem: Samsung)
O Samsung E2530 é um celular “à moda antiga”. O modelo não traz grandes atrativos além do suporte para arquivos MP3 e a sua bateria: 12 horas de conversação e cerca de 10 dias em stand by.

Nokia X1-00

 
Nokia X1-00 (Fonte da imagem: GSM Arena)
O display dos celulares e o brilho da tela são os principais consumidores da bateria desses aparelhos. Logo, quem busca algo que realmente economize energia deve passar longe dos smartphones.
O Nokia X1-00 é um celular simples, mas que conta com funções de telefones inteligentes – incluindo conexão 3G. No entanto, o seu ponto alto é a duração da bateria: até 13 horas de conversação e 61 dias em modo de espera sem nenhuma recarga.

Nokia X2-01

 
Nokia X2-01 (Fonte da imagem: Nokia)
Já o Nokia X2-01 é para pessoas ainda mais exigentes. O celular, além de contar com tela e teclado maiores, também apresenta uma duração de bateria ainda maior quando o assunto é tempo de conversação: 23 horas. Em stand by, a duração também é impressionante, com 700 horas de funcionamento, praticamente um mês inteiro.

Motorola F3

 
Motorola F3 (Fonte da imagem: Motorola)
O Motorola F3 é um modelo antigo, lançado em 2006. Apesar de não apresentar recursos além de mandar SMS e realizar ligações, o aparelho ainda pode ser encontrado à venda em algumas lojas – principalmente devido à duração de sua bateria e preço.
Por menos de 50 reais você pode adquirir o celular, que conta com capacidade de conversação de até 6 horas e mais de 12 dias de duração em stand by.

Samsung Galaxy 5

 
Galaxy 5 (Fonte da imagem: Claro)
O Samsung Galaxy 5 é uma boa alternativa para quem deseja um smartphone com preço acessível. Além de apresentar várias ferramentas, aplicativos e boa conectividade, o aparelho traz bateria com duração de até 9,5 horas de conversação e 11 dias em stand by.

Motorola Atrix 2

 
Motorola Atrix 2 (Fonte da imagem: GSM Arena)
O aparelho conta com o sistema Lapdock, que permite a conexão entre notebooks e o smartphone para agregar capacidade de processamento ao computador. Isso já mostra o poder deste gadget. O bom é que ele também conta com boa autonomia: aproximadamente 9 horas de conversação e 16 dias em stand by.

Sony Ericsson Experia arc

 
Xperia arc (Fonte da imagem: Sony Ericsson)
Além de apresentar um hardware sensacional, o Sony Ericsson Experia arc possui também bom desempenho quando o assunto é a durabilidade da bateria: 7 horas de conversação e aproximadamente 16 dias em stand by – mesmo com o 3G ligado.

Samsung Galaxy S II

 
Samsung Galaxy S II 

O Samsung Galaxy S II é um dos aparelhos mais vendidos do mundo, sendo inclusive considerado o principal concorrente do iPhone 4. E a bateria deste smartphone é uma grande carta na manga nessa briga pelo mercado: 18 horas e 20 minutos de conversação sem o 3G ligado e mais de 25 dias em stand by – isso com a conectividade 3G ativada.

iPhone 4

 
iPhone 4 
(Fonte da imagem: Divulgação/ Apple)
O smartphone mais famoso do mundo não poderia faltar nesta lista. Além dos inúmeros recursos trazidos pelo aparelho, ele também apresenta uma boa durabilidade quando o assunto é autonomia e energia. O iPhone 4 suporta até 14 horas de conversação (sem o 3G ativado) e cerca de 12 dias em stand by – com o 3G ligado ou não.
É importante salientar que os celulares e smartphones apresentam diferentes taxas de consumo de energia, trazendo durabilidades diferentes, dependendo de como o aparelho for utilizado. Dessa forma, se você está navegando na internet o gasto de bateria será maior do que se ele estiver simplesmente parado em stand by, por exemplo.

Há alternativas

Se nenhuma das opções lhe agradou, ou ainda, se você já tem um celular que não está nesta pequena lista com os melhores desempenhos no que diz respeito à duração da bateria, uma boa alternativa é checar maneiras de economizar a carga do seu dispositivo, como estas dicas para quem conta com smartphones Android ou então escolher o papel de parede certo para o aparelho.
Agora, se você deseja uma mudança drástica e quer aproveitar as ofertas de final de ano, confira algumas das melhores oportunidades em smartphones para este Natal.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

As 6 melhores placas de vídeo em 2011



As GPUs mais poderosas do ano reunidas num artigo para deixar qualquer um sonhando. Veja nossa seleção e fique impressionado com essas placas destruidoras.


Como de praxe, as duas maiores fabricantes de chips gráficos lançaram novos processadores ao longo do ano. Apesar de a AMD e a NVIDIA serem responsáveis pela constante batalha no segmento, elas geralmente ficam longe da encrenca. A tarefa dessas companhias é de lançar novas GPUs, o que significa investir em pesquisa para criação de novas arquiteturas.
Contudo, a montagem das placas que chegam até os consumidores não é responsabilidade dessas empresas. As concorrentes nessa batalha são as montadoras, que sempre inovam nas especificações e lançam diferentes modelos para atender aos diversos tipos de consumidores.
 
(Fonte da imagem: Divulgação/MSI e ASUS)
Você provavelmente já conhece os nomes ASUS, MSI, ECS, Zotac, HIS, Powercolor e tantos outros. Pois é, essas são algumas das tantas corporações que brigam constantemente para obter títulos e prêmios de placas mais avançadas do momento. Em 2011, particularmente, a briga foi ferrenha. Agora, o Tecmundo apresenta as mais robustas, para você sonhar um pouco, visto que algumas nem são encontradas em território nacional.

Critérios de seleção

Este ranking foi elaborado com base nos dados do site Tom’s Hardware. Optamos pela lista geral de games, na qual há uma média das pontuações de todos os jogos testados nas principais placas do ano. Assim, o critério de seleção foi o desempenho geral das placas, independente de marca ou GPU.
(Fonte da imagem: Reprodução/Toms Hardware)
Vale salientar que ignoramos as configurações em SLI e CrossFireX, visto que não demonstram o potencial isolado das placas. Em algumas situações, utilizamos os testes de outras páginas, pois o Tom’s Hardware analisou as placas somente com alguns títulos específicos.

ASUS MARS II

Em primeiríssimo lugar, está a placa de vídeo ASUS MARS II. Equipada com duas GTX 580 em configuração SLI, essa monstra garante alguns FPS a mais em quaisquer games. Agora, a pergunta que não quer calar: afinal, roda CRYSIS? Sim! É possível executar CRYSIS 2 com todas as configurações no máximo e com resolução de 2560 x 1600. Tudo isso a incríveis 55 FPS, segundo resultados do Guru3D.
Pretende executar outro game? Não tem problema, porque essa placa aguenta qualquer título que você imaginar com configurações no máximo e sem deixar cair a taxa de frames. Claro, a ideia é utilizá-la com um único monitor, porque múltiplos displays podem exigir um pouco de poder extra. Contudo, você pode desafiar a ASUS MARS II, pois ela aceita pequenos overclocks.
(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)
Para sustentá-la é preciso uma fonte de 1200 W, sendo interessante investir em uma de maior potência para overclock. O preço? Apenas US$ 1.499,99, sem opção de parcelamento. Aproveite a promoção, são apenas 1.000 unidades produzidas para todo o mundo!
  • Frequência da GPU: 782 MHz
  • Frequência de Sombreamento: 1.564 MHz
  • Processadores de fluxo: 1.024
  • Quantidade de memória RAM: 3 GB
  • Tipo da memória: GDDR5
  • Velocidade da memória: 4.008 MHz
  • Largura de banda da memória: 384,8 GB/s
  • Interface da memória: 768 bits
  • Saídas de vídeo: DVI, HDMI, Display Port
  • Principais tecnologias: DirectX 11, OpenGL 4.1, CUDA, PhysX
  • Fonte mínima recomendada: 1200 W
  • Conectores necessários: 3 de 8 pinos

HIS HD 6990

A GPU Radeon HD 6990 foi lançada antes da rival GTX 590. Até aí, nenhum problema, afinal, a AMD liberou sua última série de processadores gráficos antes da NVIDIA. Mas ninguém imaginava que tal modelo conseguiria abalar o potencial da concorrente até o fim da batalha. Entre tantas concorrentes, foi a placa da HIS que se manteve no topo.
 
(Fonte da imagem: Divulgação/HIS)
Com 1 GB de memória a mais, operando a 5 GHz, essa placa ganha vantagem em alguns títulos. Dependendo do game, é possível perceber um aumento de até 10 FPS. Pode parecer pouco, mas para quem vai jogar em altíssimas resoluções, tal aspecto faz toda a diferença.
 
(Fonte da imagem: Reprodução/Toms Hardware)
Vale salientar que a HIS HD 6990 aguenta configurações de overclock sem ter problemas com temperatura. Entretanto, mesmo sem overclock, ela supera diversas configurações em SLI e CrossFireX. Atualmente, essa poderosa placa custa US$ 719,99 na TigerDirect.com.
  • Frequência da GPU: 830 MHz
  • Processadores de fluxo: 3.072
  • Quantidade de memória RAM: 4 GB
  • Tipo da memória: GDDR5
  • Velocidade da memória: 5 GHz
  • Largura de banda da memória: 320 GB/s
  • Interface da memória: 512 bits
  • Saídas de vídeo: DVI, Display Port
  • Principais tecnologias: DirectX 11, OpenGL 4.1, OpenCL, Direct Compute 11
  • Fonte mínima recomendada: 750 W
  • Conectores necessários: 2 de 8 pinos

Zotac GTX 590

Em terceiro lugar, mas ainda com muitos méritos, está a Zotac GTX 590, placa destruidora que não desiste frente a nenhum desafio. Para falar a verdade, na pontuação geral ela perde por pouco para a HIS HD 6990, porém, em alguns games ela demonstra ser vantajosa.
Apesar de apanhar um pouco para a concorrente, a Zotac GTX 590 não faz feio em nenhum jogo. Na resolução Full HD, ela consegue manter a taxa de quadros sempre acima de 60 fps. Não importa se você vai ativar filtros, aumentar o nível de detalhes ou rodar CRYSIS, essa placa dá conta do recado facilmente.
 
(Fonte da imagem: Reprodução/Zotac)
Se comparada com a HIS HD 6990, nota-se que essa Zotac exige menor quantidade de energia e que ela possui hardware dedicado para o processamento de jogos otimizados para PhysX. Superando facilmente as placas com apenas uma GPU, essa belezinha com processador gráfico NVIDIA pode ser encontrada por R$ 2.410,71 em lojas virtuais do Brasil.
  • Frequência da GPU: 607 MHz
  • Frequência de sombreamento: 1.215 MHz
  • Processadores de fluxo: 1.024
  • Quantidade de memória RAM: 3 GB
  • Tipo da memória: GDDR5
  • Velocidade da memória: 3.414 MHz
  • Largura de banda da memória: 327,8 GB/s
  • Interface da memória: 768 bits
  • Saídas de vídeo: DVI, mini DisplayPort
  • Principais tecnologias: DirectX 11, OpenGL 4.1, CUDA, PhysX
  • Fonte mínima recomendada: 700 W
  • Conectores necessários: 2 de 8 pinos

MSI N580GTX Twin Frozr II/OC

Na briga de placas com um único núcleo, a NVIDIA sai na frente. A placa gráfica MSI N580GTX é um modelo turbinado, com direito a overclock de fábrica e um sistema de refrigeração especial. Mesmo em jogos configurados para executar em Full HD e com filtros ativados, essa placa deve ser mais do que suficiente.
 
(Fonte da imagem: Divulgação/MSI)
Em alguns poucos testes, a MSI N580GTX Twin Frozr II/OC fica um pouco abaixo de 60 fps quando está executando jogos em Full HD e com filtros ativados. Entretanto, na maioria deles ela se mostra capaz de aguentar gráficos pesados e a carga excessiva dos games com DirectX 11.
 
(Fonte da imagem: Reprodução/Toms Hardware)
Para quem deseja economizar um pouco, mas adquirir um produto de desempenho absurdamente alto, essa é uma opção excelente. A MSI N580 GTX pode ser adquirida por valores a partir de R$ 1.846,41 em lojas virtuais do Brasil.
  • Frequência da GPU: 823 MHz
  • Frequência de sombreamento: 1.645 MHz
  • Processadores de fluxo: 512
  • Quantidade de memória RAM: 1,5 GB
  • Tipo da memória: GDDR5
  • Velocidade da memória: 4.276 MHz
  • Largura de banda da memória: 192,4 GB/s
  • Interface da memória: 384 bits
  • Saídas de vídeo: DVI, mini HDMI
  • Principais tecnologias: DirectX 11, OpenGL 4.1, CUDA, PhysX
  • Fonte mínima recomendada: 600 W
  • Conectores necessários: 1 de 6 pinos e 1 de 8 pinos

MSI N570GTX Twin Frozr III

Superando por apenas 1 ponto a Asus HD 6970 Direct CUII, essa placa da MSI mostra que a GPU da NVIDIA pode ser muito bem aproveitada. Ela vem com algumas modificações de fábrica, o que lhe garante competir de igual com placas mais robustas.
 
(Fonte da imagem: Divulgação/MSI)
O desempenho dela já não impressiona muito para a execução de jogos em configurações máximas. Contudo, se você tentar, conseguirá taxas de aproximadamente 40 fps. Em algumas situações, ela se mostra melhor que a GPU Radeon HD 6970; em outras, os resultados são bem diferentes, favorecendo a inimiga. Os valores dessa placa oscilam acima de R$ 1.331,49, preço interessante para um produto que “economiza” energia e apresenta bom desempenho.
  • Frequência da GPU: 770 MHz
  • Frequência de sombreamento: 1.572 MHz;
  • Processadores de fluxo: 480
  • Quantidade de memória RAM: 1,28 GB
  • Tipo da memória: GDDR5
  • Velocidade da memória: 4.200 MHz
  • Largura de banda da memória: 152 GB/s
  • Interface da memória: 320 bits
  • Saídas de vídeo: DVI, mini HDMI
  • Principais tecnologias: DirectX 11, OpenGL 4.1, CUDA, PhysX
  • Fonte mínima recomendada: 550 W
  • Conectores necessários: 1 de 6 pinos e 1 de 8 pinos

Asus HD 6970 DirectCU II

Em último lugar, mas não menosprezada por isso, está a placa Asus HD 6970 DirectCU II. Como dito, ela bate de frente com a GPU GTX570, sendo uma opção interessante para pessoas que preferem AMD a NVIDIA. Assim como sua rival, essa placa não é muito recomendada para games em configurações máximas com resolução Full HD.
 
(Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)
Ela pode até manter mais de 40 fps na maioria dos casos, mas em alguns jogos o resultado pode ser decepcionante. Claro, se o seu monitor está configurado para operar em resolução mais baixa, então não precisa se preocupar em desembolsar uma boa grana para adquirir uma placa com duas GPUs, pois esse modelo é suficiente. A Asus HD 6970 DirectCU II custa US$ 369,99 na TigerDirect.com.
  • Frequência da GPU: 890 MHz
  • Processadores de fluxo: 1.536
  • Quantidade de memória RAM: 2 GB
  • Tipo da memória: GDDR5
  • Velocidade da memória: 5,5 GHz
  • Largura de banda da memória: 176 GB/s
  • Interface da memória: 256 bits
  • Saídas de vídeo: DVI, Display Port
  • Principais tecnologias: DirectX 11, OpenGL 4.1, OpenCL, Direct Compute 11
  • Fonte mínima recomendada: 600 W
  • Conectores necessários: 1 de 6 pinos e 1 de 8 pinos

O bolso é que manda

Para alegria de alguns e decepção de outros, a lista do ano acaba com quatro placas equipadas com chip NVIDIA e apenas dois modelos com GPU da AMD. Contudo, isso não afeta em nada a sua escolha, pois aqui estão relacionadas apenas as placas mais potentes do ano, o que não indica qual possui a melhor relação custo-benefício — fator mais importante para a compra de uma placa de vídeo.
Se você está procurando uma placa com preço acessível, recomendamos que fique de olho no Tecmundo. Semana que vem, vamos postar um Guia de Compras para você que deseja trocar a placa de vídeo da sua máquina.


segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Por que celular pré-pago pode ser melhor do que pós-pago

Existem mais celulares ativos no Brasil do que habitantes. Dados divulgados pela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) no mês de julho deste ano informam que atualmente existem 217,3 milhões de telefones móveis ativos no país, quantidade maior até mesmo do que o número de habitantes.
Presentes no bolso da maioria dos brasileiros, os aparelhos da atualidade se tornaram muito mais do que meros telefones. O envio de mensagens e a possibilidade de acesso à internet fez com que os smartphones passassem a constar como item de necessidade básica para a maioria dos cidadãos.
Contudo, diferente do que acontecia no início da implantação da concorrência no setor de telefonia, hoje é possível falar muito e acessar tudo o que você deseja sem que, para isso, seja necessário pagar mensalidades altas ou mesmo contratar serviços secundários que terão pouca serventia para o consumidor.
O Tecmundo foi pesquisar como está o mercado de telefonia, em especial no que se refere ao preço dos serviços praticados pelas operadoras de celular. Será que os planos pós-pagos ainda são mais atrativos do que os planos pré-pagos ou vale a pena continuar colocando crédito em seu celular para controlar o consumo?
 

O que avaliamos

Para analisar as condições ofertadas pelas operadoras, montamos as nossas tabelas da seguinte forma. Na primeira, sobre os planos pré-pagos, listamos os valores individuais para cada tipo de serviço dentro do plano de tarifas mais acessível possível. Quando não havia um disponível na categoria, optamos pelo valor de tabela praticado pela operadora.
Os custos de ligação podem variar de estado para estado e, para manter uma padronização, optamos pelos valores praticados no Paraná, onde está localizada a sede do Tecmundo. Já nos planos pós-pagos, devido às inúmeras possibilidades de compor pacotes personalizados em cada uma das empresas, seguimos opções que contemplavam ligações, cerca de 100 torpedos e acesso à internet.
Em nenhum dos planos, escolhemos aqueles em que os aparelhos estão inclusos, de forma que a tabela é apenas referencial para o consumidor. Independente da sua escolha, a dica é sempre pesquisar e confirmar as tarifas antes de efetivar a contratação de um plano.

Escolher um plano pré-pago é a melhor opção?

A resposta para essa pergunta depende muito do seu perfil de usuário. Se você é daqueles que pouco utiliza o aparelho para fazer ligações e acredita que uma quota de 100 torpedos durante um mês é mais do que o suficiente, certamente terá um gasto menor optando por um plano pré-pago.
A melhor maneira de compreender isso é fazendo uma simulação. Suponha que você utilize 60 minutos de ligação por mês, 60 torpedos e queira checar informações na internet todos os dias. Em uma operadora como a Tim, por exemplo, dificilmente o custo excederia os R$ 60 por mês.
Já na Claro, na Vivo ou na Oi, ainda que o custo seja ligeiramente mais elevado, o consumidor disciplinado e que siga a média de uso citada acima, dificilmente gastará mais de R$ 80 reais para ter acesso a todos esses serviços.

Benefícios nem sempre úteis

Aqueles que optarem por planos pós-pagos, em geral, recebem diversos benefícios como ligações mais baratas, pacotes de minutos e até acesso ilimitado a alguns serviços. Contudo, é importante ficar de olho para ver se o benefício recebido será, de fato, útil.
Por exemplo, se você praticamente não utiliza torpedos, de nada adianta contratar um plano que tem como principal diferencial o uso ilimitado de SMS. As mensagens vão acabar sobrando todos os meses e, no final das contas, você estará pagando mais caro pelo que realmente necessita.
Outro benefício bastante comum é o vínculo do plano com a troca de aparelhos. Se você acaba de adquirir um aparelho de ponta e não tem como perfil a troca constante a cada novo modelo lançado, acumular pontos para trocar por um novo smartphone pode acabar não sendo um bom investimento em longo prazo, uma vez que você estará pagando mensalmente o aparelho que irá adquirir “com desconto” algum tempo depois.
Da mesma forma, se você não pretende trocar de aparelho antes de pelo menos um ano, é bem mais interessante apostar em outros diferenciais, como um plano de dados de maior capacidade ou mais minutos para conversação e, com o dinheiro economizado, adquirir um novo smartphone apenas quando julgar necessário.

Pesquise sempre

Uma das maiores vantagens de o consumidor poder contar com diversas operadoras é o fato de poder pesquisar livremente e encontrar pacotes de ofertas personalizados capazes de atender, praticamente, todas as necessidades.
Por isso, não há como afirmar que uma alternativa é melhor do que a outra sem levar em consideração o seu perfil. Embora os sites das empresas tragam informações detalhadas, algumas promoções extras, em especial as vinculadas a aparelhos, podem ser mais bem descritas caso você esteja em uma loja, diante do vendedor.
Ofertas de ocasião também são bastante comuns por parte das operadoras, de forma que adquirir um aparelho ou um plano próximo a datas comerciais – como Natal, Dia dos Pais ou Dia das Mães – costuma ser a garantia de encontrar condições melhores de compra.
Entretanto, a dica mais importante de todas é a de visitar todas as operadoras antes de fechar negócio. Afinal, embora hoje seja mais tranquilo para mudar o seu número de uma operadora para outra, a fidelidade de uso de uma determinada companhia também pode render bons descontos no futuro.

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Memórias: quais os tipos e para que servem


Armazene temporariamente informações sobre a história das memórias que são essenciais para o funcionamento dos PCs.

Apresentamos a memória RAM, um componente que você já conhece e que sabe até para o que serve. Todavia, ela não chegou agora e parte da história ficou escondida no passado. Hoje revelaremos um pouco sobre os tipos de memórias que apareceram ao longo dos anos.
Falaremos sobre as principais diferenças entre os padrões. E claro, como você está no Tecmundo, vai saber algumas novidades que devem aparecer no mundo das memórias num futuro próximo. Convidamos você a embarcar nessa jornada tecnológica.
Enquanto você lê, não precisa fechar os demais aplicativos, pois a memória do seu computador vai continuar armazenando os dados enquanto você desfruta de toda a informação deste texto.

RAM e DRAM

Foi em algum ponto na década de 50 que surgiram as primeiras ideias de criar uma Memória de Acesso Aleatório (RAM). Apesar disso, nosso papo começa em 1966, ano que foi marcado pela criação da memória DRAM (invenção do Dr. Robert Dennard) e pelo lançamento de uma calculadora Toshiba que já armazenava dados temporariamente.
Memória DDR3 da Corsair (Fonte da imagem: Divulgação/Corsair)
A DRAM (Memória de Acesso Aleatório Dinâmico) é o padrão de memória que perdura até hoje, mas para chegar aos atuais módulos, a história teve grandes reviravoltas. Em 1970, a Intel lançou sua primeira memória DRAM, porém, o projeto não era de autoria da fabricante e apresentou diversos problemas. No mesmo ano, a Intel lançou a memória DRAM 1103, que foi disponibilizada para o comércio “geral” (que na época era composto por grandes empresas).
A partir da metade da década de 70, a memória DRAM foi definida como padrão mundial, dominando mais de 70% do mercado. Nesse ponto da história, a DRAM já havia evoluído consideravelmente e tinha os conceitos básicos que são usados nas memórias atuais.

DIP e SIMM

Antes da chegada dos antiquíssimos 286, os computadores usam chips DIP. Esse tipo de memória vinha embutido na placa-mãe e servia para auxiliar o processador e armazenar uma quantidade muito pequena de dados.
Foi com a popularização dos computadores e o surgimento da onda de PCs (Computadores Pessoais) que houve um salto no tipo de memória. Num primeiro instante, as fabricantes adotaram o padrão SIMM, que era muito parecido com os produtos atuais, mas que trazia chips de memória em apenas um dos lados do módulo.
Memória SIMM de 256 KB do console Atari STE (Fonte da imagem: Divulgação/Wikimedia Commons - Darkoneko)
Antes desse salto, no entanto, houve o padrão SIPP – que foi um intermediário entre o DIP e o SIMM. O problema é que o conector das memórias SIPP quebrava com facilidade, o que forçou as fabricantes a adotarem o SIMM sem pensar muito.
A primeira leva do padrão SIMM tinha 30 pinos e podia transmitir 9 bits de dados. Foi utilizado nos primeiros 286, 386 e até em alguns modelos de 486. O segundo tipo de SIMM contava com 72 pinos, possibilitando a transmissão de até 32 bits. Esse tipo de módulo vinha instalado em computadores com processadores 486, Pentium e até alguns com Pentium II.

FPM e EDO

A tecnologia FPM (Fast Page Mode) foi utilizada para desenvolver algumas memórias do padrão SIMM. Módulos com essa tecnologia podiam armazenar incríveis 256 kbytes. Basicamente, o diferencial dessa memória era a possibilidade de escrever ou ler múltiplos dados de uma linha sucessivamente.
Memória EDO (Fonte da imagem: Divulgação/Wikipédia)
As memórias com tecnologia EDO apareceram em 1995, trazendo um aumento de desempenho de 5% se comparadas às que utilizavam a tecnologia FPM. A tecnologia EDO (Extended Data Out) era quase idêntica à FPM, exceto que possibilitava iniciar um novo ciclo de dados antes que os dados de saída do anterior fossem enviados para outros componentes.

DIMM e SDRAM

Quando as fabricantes notaram que o padrão SIMM já não era o suficiente para comportar a quantidade de dados requisitados pelos processadores, foi necessário migrar para um novo padrão: o DIMM. A diferença básica é que com os módulos DIMM havia chips de memórias instalados dos dois lados (ou a possibilidade de instalar tais chips), o que poderia aumentar a quantidade de memória total de um único módulo.
Memória DIMM (Fonte da imagem: Divulgação/Wikipédia)
Outra mudança que chegou com as DIMMs e causou impacto no desempenho dos computadores foi a alteração na transmissão de dados, que aumentou de 32 para 64 bits. O padrão DIMM foi o mais apropriado para o desenvolvimento de diversos outros padrões, assim surgiram diversos tipos de memórias baseados no DIMM, mas com ordenação (e número) de pinos e características diferentes.
Com a evolução das DIMMs, as memórias SDRAM foram adotadas por padrão, deixando para trás o padrão DRAM. As SDRAMs são diferentes, pois têm os dados sincronizados com o barramento do sistema. Isso quer dizer que a memória aguarda por um pulso de sinal antes de responder. Com isso, ela pode operar em conjunto com os demais dispositivos e, em consequência, ter velocidade consideravelmente superior.

RIMM e PC100

Pouco depois do padrão DIMM, apareceram as memórias RIMM. Muito semelhantes, as RIMM se diferenciavam basicamente pela ordenação e formato dos pinos. Houve certo incentivo por parte da Intel para a utilização de memórias RIMM, no entanto, o padrão não tinha grandes chances de prospectiva e foi abandonado ainda em 2001.
As memórias RIMM ainda apareceram no Nintendo 64 e no Playstation 2 – o que comprova que elas tinham grande capacidade para determinadas atividades. Ocorre que, no entanto, o padrão não conseguiu acompanhar a evolução que ocorreu com as memórias DIMM.
Memória PC133 e EDO (Fonte da imagem: Divulgação/Wikimedia Commons - David Henry)
O padrão PC100 (que era uma memória SDR SDRAM) surgiu na mesma época em que as memórias RIMM estavam no auge. Esse padrão foi criado pela JEDEC, empresa que posteriormente definiu como seria o DDR. A partir do PC100, as fabricantes começaram a dar atenção ao quesito frequência. Posteriormente, o sufixo PC serviu para indicar a largura de banda das memórias (como no caso de memórias PC3200 que tinham largura de 3200 MB/s).

DDR, DDR2 e DDR3

Depois de mais de 30 anos de história, muitos padrões e tecnologias, finalmente chegamos aos tipos de memórias presentes nos computadores atuais. No começo, eram as memórias DDR, que operavam com frequências de até 200 MHz. Apesar de esse ser o clock efetivo nos chips, o valor usado pelo barramento do sistema é de apenas metade, ou seja, 100 MHz.
Assim, fica claro que a frequência do BUS não duplica, o que ocorre é que o dobro de dados transita simultaneamente. Aliás, a sigla DDR significa Double Data Rate, que significa Dupla Taxa de Transferência. Para entender como a taxa de transferência aumenta em duas vezes, basta realizar o cálculo:
[número de bytes] x [frequência do barramento] x 2
Do padrão DDR para o DDR2 foi um pulo fácil. Bastou adicionar alguns circuitos para que a taxa de dados dobrasse novamente. Além do aumento na largura de banda, o padrão DDR2 veio para economizar energia e reduzir as temperaturas. As memórias DDR2 mais avançadas alcançam clocks de até 1.300 MHz (frequência DDR), ou seja, 650 MHz real.

Memórias DDR1 (Fonte da imagem: Divulgação/Wikipédia - W-sky)
E o padrão mais recente é o DDR3 que, como era de se esperar, tem o dobro de taxa de transferência se comparado ao DDR2. A tensão das memórias caiu novamente (de 1,8 V do DDR2 para 1,5 V) e a frequência aumentou significativamente – é possível encontrar memórias que operam a 2.400 MHz (clock DDR).

Dual-Channel e Triple-Channel

Apesar das constantes evoluções no padrão DDR, as memórias nunca conseguiram atingir a mesma velocidade das CPUs. Isso forçou as principais empresas de informática a apelarem para um truque que possibilitaria o aumento do desempenho geral da máquina. Conhecido como Dual-Channel (Canal Duplo), o novo recurso possibilitou o aumento em duas vezes na velocidade entre a memória e o controlador.
A tecnologia Dual-Channel depende simplesmente de uma placa-mãe ou um processador que tenha um controlador capaz de trabalhar com o dobro de largura do barramento. Isso significa que a memória utilizada não precisa ser diferente, sendo que a grande diferença está no controlador, que deve ser capaz de trabalhar com 128 bits, em vez dos costumeiros 64 bits das memórias DDR.
Ampliar Corsair XMS3 — 8 GB Dual Channel DDR3 (Fonte da imagem: Divulgação/Corsair)
Ao dobrar a largura do barramento de dados, as memórias têm a taxa de transferência dobrada automaticamente. Assim, uma memória DDR2 que antes era capaz de transferir 8.533 MB/s, quando programada para atuar em Dual-Channel poderá atingir um limite teórico de 17.066 MB/s. Detalhe: para usar a tecnologia de Canal Duplo é preciso usar dois módulos de memórias, conectados nos slots pré-configurados para habilitar o recurso.
A tecnologia Triple-Channel é muito parecida com a Dual, exceto que aqui o canal é triplo. Com a explicação acima fica fácil compreender que é preciso utilizar um processador e placa-mãe compatível (os primeiros a usar esse recurso foram os Intel Core i7 de primeira geração).
A largura do barramento aumenta para 192 bits (o triplo dos 64 bits) e, consequentemente, a taxa de transferência triplica. E novamente vale a mesma regra: três módulos são necessários para utilizar essa funcionalidade.

Outros padrões

Enquanto os computadores evoluíram baseados nas memórias DIMM SDRAM, outros dispositivos aderiram a memórias alternativas. É o caso do Playstation 3, que aderiu à linha de memórias XDR DRAM. O padrão XDR é como se fosse um sucessor das antigas memórias baseadas no RIMM (também conhecida como memória Rambus DRAM).
Existem ainda as memórias dedicadas para as placas gráficas. As principais são do padrão GDDR, variando entre a primeira geração e a quinta – a GDDR5. As memórias GDDR têm algumas semelhanças com os padrões DDR, mas diferem em alguns aspectos, incluindo as frequências.
Radeon HD 6990 com memória GDDR5 (Fonte da imagem: Divulgação/ASUS)
Antigamente foram usadas memórias do tipo VRAM e WRAM para armazenar dados gráficos. Atualmente, as memórias são do tipo SGRAM (RAM de sincronia gráfica). Todas elas são baseadas na memória RAM, mas têm certas diferenças.

O futuro enigmático das memórias

O padrão DDR tem reinado por longos anos, todavia, muitas tecnologias estão sendo estudadas para substituir os atuais módulos. Entre tantas, uma que ganha destaque é MRAM, memória magnética que deve alterar completamente o sistema de leitura e escrita. Esse padrão deve disputar com o FRAM, memória ferroelétrica que tem investimentos de grandes empresas, incluindo a Samsung, a Toshiba e outras tantas.
E a evolução das memórias RAMs não vai continuar apenas nos módulos que utilizamos no cotidiano. Protótipos como o Z-RAM (Zero-capacitor RAM) devem aportar nas memórias caches dos processadores. Aliás, a probabilidade é muito grande, pois a AMD licenciou a segunda geração da Z-RAM.
Apesar de muitas fabricantes investirem alto na continuidade das memórias RAMs, existem fortes indícios de que outros tipos de memórias sejam adotados num futuro próximo. A HP, por exemplo, aposta no Memristor, um componente eletrônico que deve gerar um padrão de memória muito superior ao atual.

A história continua...

Nosso artigo acaba aqui, contudo, a evolução da informática — que inclui as memórias RAMs — continua em alta velocidade. Já abordamos em outro artigo possibilidades para o futuro das memórias, mas como o tema é muito amplo, nunca conseguimos falar sobre todas as possibilidades.
Deixamos claro que este artigo foi apenas um resumo básico do histórico das memórias, visto que seria necessário escrever uma bíblia para relatar os acontecimentos, especificações e informações com detalhes. Esperamos que o texto tenha esclarecido um pouco do todo que engloba esses componentes essenciais para os computadores. Você tem algo a acrescentar? Aproveite o campo de comentários e solte o verbo.


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